De São Paulo para Serralves

Junho termina com mais uma aposta, certamente ganha, por parte do museu de Serralves. O dia 30 assinala a inauguração da exposição “Incerteza Viva – Exposição a partir da 32ª Bienal de São Paulo”.
A Fundação Bienal de São Paulo foi criada em 1962, com a missão de dar a conhecer e debater, ao longo dos museus pelos quais vai passando, a arte contemporânea. Esta tornou-se uma das mais influentes instituições internacionais que promove a arte do nosso tempo, bem como o seu impacto na sociedade.
A Fundação é dirigida por Luciana Guimarães e conta, em todas as edições, com um vasto número de artistas participantes de diversos países mas também com um elevado número de visitantes.
Tudo indica que a exposição no Museu de Arte Contemporânea de Serralves não será diferente. Trata-se de uma mostra que se inspira na 32ª Bienal de São Paulo mas que será readaptada ao contexto físico, social e cultural da cidade do Porto.
Obras de Lourdes Castro, Vídeo nas Aldeias, Leon Hirszman e uma instalação de Sonia Andrade contam com a sua presença ao longo da exposição que irá manter o contacto entre o interior do museu e o famoso Parque de Serralves.
Com o apoio do Ministério da Cultura do Brasil, a exposição será comissariada por Jochen Volz, pela parte Fundação de São Paulo, e João Ribas, Diretor adjunto do Museu de Serralves.
A exposição estará patente entre o dia 30 de junho e 1 de outubro de 2017 e irá subdividir-se entre a Galeria Contemporânea, Hall do Museu e a Sala 14.

(Fotografia retirada http://viralagenda.com)

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